7 erros que dificultam a ação de organizar

Um dos objetivos principais da organização, é facilitar a vida, otimizar nosso tempo e, com isso, trazer benefícios para uma vida plena e saudável. Para isso, existem muitos métodos que prometem nos auxiliar na tarefa de organizar os ambientes. O que acontece, é que às vezes nos deparamos com estratégias e praticas embaraçosas, que ao invés de ajudar, acabam nos atrapalhando a organizar.

Podemos listar alguns dos principais erros cometidos na hora de organizar. Confira:

1 – Empilhar documentos

O problema em empilhar documentos, é que, por mais que aparentem, não estão organizados de verdade. Isso porque, toda vez que você precisar de um documento específico, seja numa situação de emergência ou não, terá que analisar a montanha que empilhou, fazendo você gastar muito tempo (e desorganizar tudo!). Por isso, quando a tarefa for organizar documentos, pense em separá-los por categorias e em pastas diferentes. Você pode até usar etiquetas e cores para facilitar na hora de visualizá-los!

2 – Sacolas plásticas de supermercado

Acumular sacolas plásticas de mercado é um habito que muita gente tem. Geralmente, pensamos em guardá-las para depositar lixo ou para guardar outras coisas. Neste ponto, elas são realmente úteis! O problema neste caso é o excesso de sacolas. Você não precisar guardá-las toda vez que fizer compras no mercado. O segredo é ter limites!

3 – Seguir regras de outra pessoa

O ser humano é singular em vários aspectos. Às vezes, o que funciona para uma pessoa, simplesmente não funciona para outra, incluindo regras de organização. Por isso, é importante que cada um respeite a forma do outro de organizar suas coisas. No caso de casais (e até família!), uma dica legal, é que tentem decidir juntos as regras de organização para cada ambiente da casa.

4 – Caixas em excesso

Hoje no mercado, existem muitos tipos de organizadores para o lar que facilitam (muito!) a vida de qualquer pessoa. Assim como as sacolinhas, este objeto só traz problemas se for em excesso. Por isso, certifique-se sobre a quantidade de caixas que possui em casa e o que cada uma carrega. Se você se perder em meio a essa inspeção, talvez seja um alerta para diminuir o uso do objeto.

5 – Esconder coisas de si mesmo

Esconder objetos de si mesmo é um grande alerta. Isso pode significar que você está guardando coisas sem utilidade alguma. Mesmo que tenha um cômodo separado apenas para esses “trecos”, você sabe que eles apenas estão ocupando espaço que poderia ser utilizado para coisas que realmente têm importância. Além disso, guardar coisas que não se usa nunca pode atrair problemas maiores como bichos e mau odor, deixando a casa com a energia desagradável.

6 – Comprar compulsivamente

Sempre, antes de adquirir qualquer objeto, é de máxima importância pesquisar bastante sobre ele. De fato, a internet facilitou a compra e venda, mas isso não significa que você deve adquirir coisas impulsivamente sem analisar valores, material do produto e se ele será realmente útil em sua vida.

7 – Esquecer-se de desfazer de objetos ao organizar

Ao contrário do que se pode pensar, o ato de organizar vai além de colocar as coisas em seus devidos lugares. Ao organizar, precisamos também encarar a tarefa como uma faxina e ir se desfazendo de objetos que perderam a utilidade. Além de otimizar os espaços, mantemos apenas coisas que possuem sentido para nós.

Esta matéria foi inspirada nesta outra aqui https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Dicas/noticia/2016/08/8-erros-de-organizacao-que-tornam-tarefa-mais-dificil.html

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O essencialismo

Vivemos num mundo, e portanto, numa sociedade que acredita que o fato de uma pessoa ter a capacidade de realizar inúmeras tarefas, ter o carro do ano, a casa dos sonhos ou assumir muitas responsabilidades é algo positivo e que garante êxito, ou melhor, o famigerado “sucesso”.

Geralmente esses excessos trazem consigo apenas malefícios, já que a ilusão em perseguir o melhor, e por fim, garantir um “bom futuro”, na verdade acaba apenas por desgastar o ser humano ao longo de sua vida. Você pode até pensar que não, mas a verdade é que quanto mais o indivíduo consome, mais ele tem necessidade de obter coisas e menos feliz ele se sente. Isso porque objetos não suprem as reais necessidades do ser.

Muitas vezes buscamos a paz nas coisas, consumimos, nos distanciamos do nosso sentido de viver e esquecemos que a verdadeira paz deve vir de nós mesmos, do nosso interior. A filosofia do essencialismo é básica e única, mas não deixa de ser um grande desafio. Para algumas pessoas pode ser difícil abdicar da idéia de que “mais” não significa “melhor”.

O essencialismo é um estado mental, não é uma receita ou fórmula que seguida passo a passo garantirá êxito. É a concentração em si mesmo, a sua voz interna. É o desafio de abrir mão de seus piores hábitos e da busca incessante por objetivos que apenas trarão prejuízos a longo prazo.

Quando você entende o que é realmente vital em sua vida, você passa a se dedicar mais às coisas importantes para si e vê resultados satisfatórios de verdade.

É primordial entender para si mesmo o que é realmente necessário para sua existência. Menos consumo, menos tarefas e responsabilidades que destruirão, de alguma forma, sua mentalidade.

O essencialismo é se livrar do que te impede de estar em equilíbrio.

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A desorganização é um espelho de você mesmo

Você chega em casa, olha ao seu redor e vê tudo “de ponta cabeça”. Isto é, roupas amarrotadas pela casa, restos de alimentos não aproveitados, correspondência de dias parada em cima da mesa, documentos importantes espalhados pela casa, pilhas de revistas velhas e montes de objetos fora do lugar. Essa cena não é tão incomum quanto pensamos na verdade, mas de fato é preciso prestar atenção nos hábitos que podem criar verdadeiros “monstros”.

Você sabia que o interior do seu lar pode revelar como anda sua vida? Pois é. A casa é como um espelho e pode refletir a situação de cada pessoa. Se a vida está em ordem, o ambiente geralmente também se encontra organizado. Agora, se o momento é de confusão, conturbação, a casa faz jus e fica bagunçada também.

De fato, a falta de organização pode revelar a personalidade de uma pessoa. Mas será que você sabe identificar? O problema interior de alguém pode ser representado por sua bagunça:

Carência afetiva – A carência afetiva é um ponto importante já que, a pessoa busca preencher o seu “vazio” com objetos. Geralmente, ela não tem necessidade de obtê-lo, mas acaba consumindo compulsivamente para suprir a sensação de vazio. Além destas, existem outras pessoas, as que chamamos de acumuladoras.  Estas apenas não conseguem se desfazer do que já tem, porque lhes causam a sensação de perda.

O medo de fracassar – A responsabilidade é algo que criamos ao longo da vida. Algumas pessoas sabem lidar bem com isso, outras nem tanto e geralmente usam a bagunça  como uma desculpa para o medo do fracassar na vida. É muito mais fácil culpar algo que não seja você mesmo, oras.

Evitando lembranças/passado – Conseqüentemente, cada ser humano tem jeitos diferentes ao lidar com as situações. Algumas usam a desorganização para evitar lembranças. Isto é, coisas que trazem recordações não muito boas e que querem apagar de suas vidas. É como esconder algo, ou melhor, fingir que nunca existiu.

Manter lembranças/passado – Por outro lado temos o tipo de pessoa que não consegue se desfazer de objetos por lhe trazer boas recordações, como os brinquedos da infância por exemplo. Geralmente, a pessoa se mantém atrelada a um passado, uma lembrança em que sua vida se encontrava plena e feliz e não consegue se desprender disso.

Esses são apenas alguns sinais que podem expressar como a falta de organização afetam a vida. Apesar dos pesares, a desorganização pode servir como um alerta para que mudanças aconteçam e tornem a vida muito mais produtiva.

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Com o armário cápsula você otimiza seu guarda-roupa e economiza dinheiro

Muitas mulheres entram em crise existencial por acharem que não têm o  que vestir.

Você já parou para pensar que o problema pode não estar na falta de  peças do seu guarda-roupa mas no excesso delas? Isso mesmo. O fato é  que às vezes nos esquecemos de combinar o que já temos e acabamos por  investir em peças sem que haja realmente uma necessidade.

O armário cápsula pode ser considerado um caminho para nos desviar dos  excessos, otimizar o guarda-roupa e ajudar até mesmo a economizar  dinheiro.

Mas o que é a técnica do armário capsula afinal?

O termo “armário-cápsula” surgiu na década dos anos 1970 com a  estilista Susie Faux, pensando em um armário com poucos itens, alguns  essenciais que nunca saem de moda e outros atuais.

O que você precisa saber é que ele é basicamente um guarda-roupas com  quantidades de peças limitadas, mas que dão a possibilidade de montar  diversas composições.

Além do que para algumas pessoas a dificuldade na hora de se vestir  vai diminuir bastante.

Você escolhe como montar o seu armário cápsula, fica ao seu critério,  mas a ideia principal é que você faça o maior número de looks possível  com o mínimo de roupas e pare de comprar por impulso.

Se você não sabe por onde começar eu vou te dar algumas dicas que  podem ajudar:

• O número de peças deve variar de 40 a no máximo 50. Isso contando  com acessórios, isto é, bolsas, sapatos, adereços etc;

• Não adianta, apenas sair doando ou se desfazendo de suas roupas e  ficando com 40/50 peças. Na verdade, é necessário que as peças  combinem entre si e que seja bem pensadas. Você deve escolher peças  atemporais, que nunca saiam de moda. Uma saia lápis preta é necessária  desde que combine com você, caso contrário você pode trocar por uma  saia jeans.

• Organize suas peças por estação: É claro que você pode decidir como  vai organizar as peças, mas a dica é pensar pelas estações do ano.  Assim você se organiza de um jeito mais fácil;

• A boa notícia é que quando as estações mudarem você poderá trocar  algumas peças do seu armário cápsula, assim você não ficará presa  nestas 40 peças.

• Escolha peças neutras: Cores como preto, branco, cinza e marrom são  muito mais fáceis de combinar. Se você gosta de cores vibrantes,  aposte nos acessórios ou em peças coloridas que combinam com várias  cores neutras

• Não deixe de ser você mesma! Você não precisa abandonar seu estilo,  sabemos que geralmente as roupas refletem a personalidade e isso não  deve ser deixado de lado;

• Para facilitar a montagem de looks crie um catálogo com fotos de  suas roupas e tire um tempo para brincar com a montagem dos looks,  incluindo acessórios.

Pra mim a melhor coisa do armário cápsula é que todas as peças que  você tiver no armário serão amadas por você e você usará tudo e aquela  sensação de não ter nada pra vestir vai ficar para trás.

Utilizar essa técnica é um modo de enxergar que não precisamos de  tantas coisas para viver. É algo que nos faz reavaliar o que nos é  realmente necessário e entender que o excesso nunca será um benefício.

Ao final de tudo, crie hábitos benéficos, se organize! Assim a motivação chega, fica e o foco se mantêm.

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Atinja suas metas com o incrível método SMART

Alguma vez na vida, você já teve a sensação de não estar sendo produtivo o quanto gostaria? Pois é, às vezes e por inúmeras razões, acabamos caindo na armadilha da comodidade e ficamos com essa sensação de incapacidade sobre nossos sonhos e vontades.

Apesar disso, existem métodos e mecanismos que podem sim auxiliar na tarefa de conquistar nossos objetivos. O método SMART, por exemplo, é uma ferramenta simples e acessível para o desenvolvimento de metas. Qualquer pessoa determinada pode traçar seus objetivos a partir desta e atingi-los, claro, desde que siga as regras básicas com muito foco e persistência.

Em inglês, a palavra SMART significa “inteligente” e como método, possui uma única finalidade: Fazer com que seus objetivos se realizem, incontestavelmente. O melhor é que este método pode ser aplicado qualquer aspecto da sua vida, seja para organizar, emagrecer, realizar uma viagem, terminar de escrever um livro… São várias as possibilidades, basta ser criativo e objetivo!

Como usar o SMART?

Além de significar “inteligente”, a palavra SMART é uma sigla para:

1 – S: be specific – ser específico 2 – M: be measurable – ser mensurável 3 – A: be attainable – ser atingível 4 – R: be realistic – ser realista 5 – T: timely – ser tangível

1 – Specific / Específico:

O primeiro passo é definir o objetivo, que deve ser simples e específico ao máximo. Como expliquei acima, este item pode ser qualquer coisa que você determine como importante de ser alcançado.

2 – Measure / Mensure:

O segundo passo é estabelecer suas próprias regras para “medir” seu progresso na realização do objetivo proposto por você. Só assim você será capaz de julgar/mensurar se o objetivo foi alcançado ou não.

3 – Atingíveis / Atingível:

Esse passo pede que você coloque seus pés no chão, ou seja, o objetivo até pode ser um tanto ousado, mas ao mesmo tempo é preciso que ele também seja alcançável. Estabelecer um objetivo fora da realidade apenas lhe trará a sensação de frustração, portanto, seja consciente!

4 – Relevant / Que seja relevante:

A palavra relevante é auto-explicativa. Opte por objetivos que sejam relevantes para sua vida e seu momento. Assim, quando alcançar alguma meta ficará satisfeito e motivado para outros desafios.

5 – Time-based / Coloque um prazo:

Por fim, o quinto passo determina que seu objetivo precise ter um prazo, ou seja, uma data específica para ser alcançado. Assim, você evita que o desafio acabe em um looping de procrastinação.

Aposto que agora que você conhece o método SMART, já tem até um plano de ação para colocá-lo em pratica na sua vida. Acredite! Este método pode te ajudar a alcançar sonhos e realizações fantásticas: Basta ter vontade, paciência e persistência no que você acredita. E se ainda ficou alguma dúvida veja a explicação que dei sobre o assunto lá no programa Premium News da rede Premium TV e depois me conta se colocou em prática.

Um grande beijU da Alê Criballi

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